Revista Veja
Ozzy Osbourne será objeto de um estudo cientifíco sério. Pesquisadores querem descobrir como o cantor - que abusou de álcool e drogas durante muitos anos - ainda está vivo.
O ex-vocalista do Black Sabbath terá seu genoma completamente codificado, de acordo com o site Sky News. A empresa responsável pelo estudo - que deve custar cerca de 27.000 libras - quer entender por que algumas pessoas podem ter uma vida de excessos, e outras não.
Os resultados da pesquisa devem ficar prontos em três meses. Aos 62 anos, Ozzy admitiu em entrevista recente que o fato de estar vivo é quase "um milagre" e, por isso, decidiu doar seu corpo à ciência, após sua morte.
terça-feira, 22 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Na Venezuela, lei aprovada por Chávez facilita expropriação agrária
Folha Online
A Assembleia Nacional da Venezuela, dominada pelo chavismo, aprovou na última terça-feira (15) uma reforma na lei de terras que proíbe qualquer tipo de concessão de terras a terceiros -- quer de maneira remunerada ou não. A nova legislação ainda precisa ser sancionada pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez.
O texto determina que as fazendas e os terrenos podem ser expropriados se forem considerados ociosos, se forem cedidos a terceiros e se "sua utilização for contrária aos planos nacionais de desenvolvimento e segurança agroalimentar". Os deputados governistas festejaram a aprovação como passo rumo ao socialismo.
Oposicionistas se manifestaram contra as novas medidas acusando o governo chavista de querer impôr seu poder sobre as terras do país.
Flávia Marreiro, correspondente da Folha em Caracas, indica que o governo Chávez diz ter expropriado ou comprado 2,7 milhões de hectares de terras desde 1999 -- há estimados 30 milhões de hectares cultiváveis no país -- e afirma que o objetivo de médio prazo é exportar comida.
Do Blog: é isso aí, na Venezuela se vc trabalhar muito e comprar um sitiozinho, o governo pode chegar a qualquer tempo e confiscá-lo, em nome da fome do povo venezuelano. Chaves diz que a Venezuela é o país mais democrático da mundo, o PT admira e apoia esta democracia. Nunca antes neste país se admirou tanto os equívocos.
A Assembleia Nacional da Venezuela, dominada pelo chavismo, aprovou na última terça-feira (15) uma reforma na lei de terras que proíbe qualquer tipo de concessão de terras a terceiros -- quer de maneira remunerada ou não. A nova legislação ainda precisa ser sancionada pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez.
O texto determina que as fazendas e os terrenos podem ser expropriados se forem considerados ociosos, se forem cedidos a terceiros e se "sua utilização for contrária aos planos nacionais de desenvolvimento e segurança agroalimentar". Os deputados governistas festejaram a aprovação como passo rumo ao socialismo.
Oposicionistas se manifestaram contra as novas medidas acusando o governo chavista de querer impôr seu poder sobre as terras do país.
Flávia Marreiro, correspondente da Folha em Caracas, indica que o governo Chávez diz ter expropriado ou comprado 2,7 milhões de hectares de terras desde 1999 -- há estimados 30 milhões de hectares cultiváveis no país -- e afirma que o objetivo de médio prazo é exportar comida.
Do Blog: é isso aí, na Venezuela se vc trabalhar muito e comprar um sitiozinho, o governo pode chegar a qualquer tempo e confiscá-lo, em nome da fome do povo venezuelano. Chaves diz que a Venezuela é o país mais democrático da mundo, o PT admira e apoia esta democracia. Nunca antes neste país se admirou tanto os equívocos.
Com 86% dos internautas, Brasil lidera redes sociais e blogs
Folha online
Um estudo conduzido pela Nielsen aponta que o Brasil é o país mais conectado em redes sociais, com adesão de 86% dos usuários em uma média de cinco horas mensais passadas neste tipo de site. Entretanto, em número de horas passadas on-line, o país líder é a Austrália, com uma média de 7 horas e 20 minutos em abril.
O estudo destaca o Orkut no Brasil --maior site de relacionamentos do país-- mas diz que as principais marcas de redes sociais são o Facebook e o YouTube.
A projeção diz ainda que 22% do tempo passado na internet a cada mês é dedicado ao Twitter, comentários, blogs, compartilhamento e sites de relacionamento. Mais de 75% dos consumidores on-line frequentam redes sociais ou blogs, o que representa um aumento de 24% sobre o ano passado.
Apenas em abril, usuários usuários passaram quase seis horas em sites sociais --no mesmo período do ano passado, foram três horas e 30 minutos.
As estatísticas, divulgadas pelo blog Bits do jornal "The New York Times", indicam ainda a cada período equivalente a quatro minutos e meio on-line, um é dedicado a redes sociais ou blog. Usuários de internet passam um total de 110 bilhões de minutos mensais em blogs ou sites sociais a cada mês.
Ainda de acordo com o Bits, usuários de internet estão assistindo 13 bilhões de vídeos no YouTube por mês. No Facebook, vídeos são assistidos 2 bilhões de vezes a cada mês.
O Google lidera com folga na audiência on-line total: 82% dos usuários de internet visitaram o site a cada mês e passaram, em média, 1 minuto e 20 segundos navegando e pesquisando. MSN, Bing, Yahoo! e AOL também figuram entre os mais visitados, segundo a pesquisa.
Um estudo conduzido pela Nielsen aponta que o Brasil é o país mais conectado em redes sociais, com adesão de 86% dos usuários em uma média de cinco horas mensais passadas neste tipo de site. Entretanto, em número de horas passadas on-line, o país líder é a Austrália, com uma média de 7 horas e 20 minutos em abril.
O estudo destaca o Orkut no Brasil --maior site de relacionamentos do país-- mas diz que as principais marcas de redes sociais são o Facebook e o YouTube.
A projeção diz ainda que 22% do tempo passado na internet a cada mês é dedicado ao Twitter, comentários, blogs, compartilhamento e sites de relacionamento. Mais de 75% dos consumidores on-line frequentam redes sociais ou blogs, o que representa um aumento de 24% sobre o ano passado.
Apenas em abril, usuários usuários passaram quase seis horas em sites sociais --no mesmo período do ano passado, foram três horas e 30 minutos.
As estatísticas, divulgadas pelo blog Bits do jornal "The New York Times", indicam ainda a cada período equivalente a quatro minutos e meio on-line, um é dedicado a redes sociais ou blog. Usuários de internet passam um total de 110 bilhões de minutos mensais em blogs ou sites sociais a cada mês.
Ainda de acordo com o Bits, usuários de internet estão assistindo 13 bilhões de vídeos no YouTube por mês. No Facebook, vídeos são assistidos 2 bilhões de vezes a cada mês.
O Google lidera com folga na audiência on-line total: 82% dos usuários de internet visitaram o site a cada mês e passaram, em média, 1 minuto e 20 segundos navegando e pesquisando. MSN, Bing, Yahoo! e AOL também figuram entre os mais visitados, segundo a pesquisa.
Dilma gastará até R$ 160 mi em campanha, diz Palocci
Folha Online
O teto dos gastos oficiais da campanha da petista Dilma Rousseff ao Planalto deve ser fixado em até R$ 160 milhões, quase o dobro do que Marina Silva (PV) estabeleceu para tentar se eleger à Presidência --R$ 90 milhões, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada na edição desta quinta-feira da Folha.
"Ainda estamos fazendo os cálculos, mas deve ser algo por aí", disse Antonio Palocci, coordenador da campanha. O orçamento de José Serra (PSDB) ainda não é conhecido.
A coluna informa ainda que a equipe da campanha de Geraldo Alckmin (PSDB-SP) ao governo de São Paulo está orçando os gastos em aproximadamente R$ 50 milhões. E coordenadores da candidatura de Aloizio Mercadante (PT-SP) ao governo de SP já falam em gastos de cerca de R$ 40 milhões.
Do Blog: Me digam caros amigos, ilustres inimigos: quanto dinheiro esses politicos movimentam não é? Pois bem, se quem doar tanto dinheiro não o faz para lucrar o dobro depois eu corto meu dedo mindinho. Só otário não percebe a troca-troca indecente de favores. E os atários somos nós. é sim, eu e você, pode crer.
O teto dos gastos oficiais da campanha da petista Dilma Rousseff ao Planalto deve ser fixado em até R$ 160 milhões, quase o dobro do que Marina Silva (PV) estabeleceu para tentar se eleger à Presidência --R$ 90 milhões, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada na edição desta quinta-feira da Folha.
"Ainda estamos fazendo os cálculos, mas deve ser algo por aí", disse Antonio Palocci, coordenador da campanha. O orçamento de José Serra (PSDB) ainda não é conhecido.
A coluna informa ainda que a equipe da campanha de Geraldo Alckmin (PSDB-SP) ao governo de São Paulo está orçando os gastos em aproximadamente R$ 50 milhões. E coordenadores da candidatura de Aloizio Mercadante (PT-SP) ao governo de SP já falam em gastos de cerca de R$ 40 milhões.
Do Blog: Me digam caros amigos, ilustres inimigos: quanto dinheiro esses politicos movimentam não é? Pois bem, se quem doar tanto dinheiro não o faz para lucrar o dobro depois eu corto meu dedo mindinho. Só otário não percebe a troca-troca indecente de favores. E os atários somos nós. é sim, eu e você, pode crer.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Entrevista | Shirin Ebadi
Agência Estado
Há exato um ano, depois de décadas em defesa dos direitos humanos e uma série de ameaças contra sua família, a advogada Shirin Ebadi decidiu deixar o Irã. Era a véspera das eleições de 12 de junho, que, sob suspeita de fraude, deram um segundo mandato ao presidente Mahmoud Ahmadinejad e detonaram uma onda de protestos diários nas ruas de Teerã, duramente reprimidos. Hoje com 62 anos, a ganhadora do Nobel da Paz de 2003 passa grande parte de seu tempo em viagem pelo mundo - fazendo denúncias, ajudando a fundar organizações humanitárias e representando as vítimas da repressão no país dos aiatolás.
Primeira mulher a se tornar juíza no Irã, expulsa dos tribunais com a instauração da Revolução Islâmica, em 1979, Shirin conversou por telefone com a reportagem de VEJA.com, por intermédio de sua intérprete. Embora não dê grande importância a Ahmadinejad ("o que importa é o comportamento dos aiatolás"), Shirin critica sua recente aproximação com o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva. Discorda das sanções econômicas impostas ao Irã - prefere as punições políticas - mas é clara ao recomendar uma única postura diplomática em relação ao seu país: "Enquanto o Irã mantiver essa atitude provocadora, nenhuma nação deve estar ao seu lado".
Em 31 anos de República Islâmica, a senhora reconhece algum progresso na forma com que o governo lida com os cidadãos iranianos?
Lamento muito que depois desses anos todos passados da Revolução eu ainda não possa me considerar uma iraniana livre. Em 1979, foram impostas ao país muitas leis que vão contra o direito das mulheres. Talvez o governo tenha devolvido um ou dois desses direitos. Ainda faltam muitos outros.
A senhora ainda recebe ameaças devido ao seu posicionamento crítico ao governo dos aiatolás?
Infelizmente, estou sempre recebendo ameaças. Agentes do governo frequentemente mandam mensagens à minha família dizendo que, se eu continuar com o meu trabalho, o governo iraniano vai me encontrar onde quer que eu esteja.
No dia 12 de junho, completa-se um ano da polêmica votação que reelegeu Mahmoud Ahmadinejad à presidência do Irã. Como a senhora avalia seu governo?
Na verdade, não importa se é Ahmadinejad ou outra pessoa que está no poder, mas sim a forma como as autoridades máximas do Irã atuam. O que realmente faz a diferença é o comportamento dos aiatolás. Embora Ahmadinejad seja o presidente, há um outro líder supremo (o aiatolá Ali Khamenei) que de fato comanda a vida dos iranianos.
O que a senhora pensa do acordo entre Brasil, Irã e Turquia para a troca de urânio enriquecido?
Espero que o governo brasileiro seja capaz de convencer o Irã a de fato negociar e respeitar as resoluções determinadas pela comunidade internacional. Ao mesmo tempo, lamento profundamente que o presidente Lula tenha ido até o Irã e se recusado a conversar com qualquer membro da sociedade iraniana.
O que a senhora esperava do presidente Lula durante sua visita ao país?
Quando Lula foi ao Irã, por que não visitou líderes de sindicatos de trabalhadores nas prisões? Fiquei surpresa, porque sei que ele representa os trabalhadores em seu país. Atualmente, a condição das prisões é muito precária - e tem piorado. E esses líderes sindicalistas estão presos por participarem de protestos em prol de seus direitos! Tenho muito respeito pelo presidente Lula, mas me surpreendeu muito que ele tenha se encontrado com o presidente do Irã e outras autoridades e ignorado completamente a classe trabalhadora.
A senhora é a favor das sanções impostas ao Irã pelos Conselho de Segurança da ONU?
Sou contra a imposição de sanções econômicas ao Irã porque elas não vão atingir o regime e sim fazer com que a população iraniana fique ainda mais pobre. Por outro lado, acredito que seja uma obrigação do Irã respeitar as resoluções internacionais e suspender o enriquecimento de urânio. Eu acharia mais justo que, no lugar das sanções econômicas, as potências impusessem sanções políticas ao país. Enquanto o Irã mantiver essa atitude provocadora, nenhuma nação deve estar ao seu lado.
A senhora, pessoalmente, acredita que o Irã desenvolva armas nucleares?
Tudo no Irã é feito a portas fechadas. Eu - ou qualquer outro cidadão iraniano - não tenho ideia das decisões que são tomadas entre as autoridades.
Como deveriam agir as autoridades iranianas?
Se o governo de fato escutasse os cidadãos, poderia se tornar mais forte. Porém, da forma como esses líderes têm agido, mais cedo ou mais serão tirados do poder pelo povo. Não digo que isso vai acontecer nos próximos três anos de mandato de Ahmadinejad. Falo do início de um processo cuja duração não se pode prever.
Há exato um ano, depois de décadas em defesa dos direitos humanos e uma série de ameaças contra sua família, a advogada Shirin Ebadi decidiu deixar o Irã. Era a véspera das eleições de 12 de junho, que, sob suspeita de fraude, deram um segundo mandato ao presidente Mahmoud Ahmadinejad e detonaram uma onda de protestos diários nas ruas de Teerã, duramente reprimidos. Hoje com 62 anos, a ganhadora do Nobel da Paz de 2003 passa grande parte de seu tempo em viagem pelo mundo - fazendo denúncias, ajudando a fundar organizações humanitárias e representando as vítimas da repressão no país dos aiatolás.
Primeira mulher a se tornar juíza no Irã, expulsa dos tribunais com a instauração da Revolução Islâmica, em 1979, Shirin conversou por telefone com a reportagem de VEJA.com, por intermédio de sua intérprete. Embora não dê grande importância a Ahmadinejad ("o que importa é o comportamento dos aiatolás"), Shirin critica sua recente aproximação com o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva. Discorda das sanções econômicas impostas ao Irã - prefere as punições políticas - mas é clara ao recomendar uma única postura diplomática em relação ao seu país: "Enquanto o Irã mantiver essa atitude provocadora, nenhuma nação deve estar ao seu lado".
Em 31 anos de República Islâmica, a senhora reconhece algum progresso na forma com que o governo lida com os cidadãos iranianos?
Lamento muito que depois desses anos todos passados da Revolução eu ainda não possa me considerar uma iraniana livre. Em 1979, foram impostas ao país muitas leis que vão contra o direito das mulheres. Talvez o governo tenha devolvido um ou dois desses direitos. Ainda faltam muitos outros.
A senhora ainda recebe ameaças devido ao seu posicionamento crítico ao governo dos aiatolás?
Infelizmente, estou sempre recebendo ameaças. Agentes do governo frequentemente mandam mensagens à minha família dizendo que, se eu continuar com o meu trabalho, o governo iraniano vai me encontrar onde quer que eu esteja.
No dia 12 de junho, completa-se um ano da polêmica votação que reelegeu Mahmoud Ahmadinejad à presidência do Irã. Como a senhora avalia seu governo?
Na verdade, não importa se é Ahmadinejad ou outra pessoa que está no poder, mas sim a forma como as autoridades máximas do Irã atuam. O que realmente faz a diferença é o comportamento dos aiatolás. Embora Ahmadinejad seja o presidente, há um outro líder supremo (o aiatolá Ali Khamenei) que de fato comanda a vida dos iranianos.
O que a senhora pensa do acordo entre Brasil, Irã e Turquia para a troca de urânio enriquecido?
Espero que o governo brasileiro seja capaz de convencer o Irã a de fato negociar e respeitar as resoluções determinadas pela comunidade internacional. Ao mesmo tempo, lamento profundamente que o presidente Lula tenha ido até o Irã e se recusado a conversar com qualquer membro da sociedade iraniana.
O que a senhora esperava do presidente Lula durante sua visita ao país?
Quando Lula foi ao Irã, por que não visitou líderes de sindicatos de trabalhadores nas prisões? Fiquei surpresa, porque sei que ele representa os trabalhadores em seu país. Atualmente, a condição das prisões é muito precária - e tem piorado. E esses líderes sindicalistas estão presos por participarem de protestos em prol de seus direitos! Tenho muito respeito pelo presidente Lula, mas me surpreendeu muito que ele tenha se encontrado com o presidente do Irã e outras autoridades e ignorado completamente a classe trabalhadora.
A senhora é a favor das sanções impostas ao Irã pelos Conselho de Segurança da ONU?
Sou contra a imposição de sanções econômicas ao Irã porque elas não vão atingir o regime e sim fazer com que a população iraniana fique ainda mais pobre. Por outro lado, acredito que seja uma obrigação do Irã respeitar as resoluções internacionais e suspender o enriquecimento de urânio. Eu acharia mais justo que, no lugar das sanções econômicas, as potências impusessem sanções políticas ao país. Enquanto o Irã mantiver essa atitude provocadora, nenhuma nação deve estar ao seu lado.
A senhora, pessoalmente, acredita que o Irã desenvolva armas nucleares?
Tudo no Irã é feito a portas fechadas. Eu - ou qualquer outro cidadão iraniano - não tenho ideia das decisões que são tomadas entre as autoridades.
Como deveriam agir as autoridades iranianas?
Se o governo de fato escutasse os cidadãos, poderia se tornar mais forte. Porém, da forma como esses líderes têm agido, mais cedo ou mais serão tirados do poder pelo povo. Não digo que isso vai acontecer nos próximos três anos de mandato de Ahmadinejad. Falo do início de um processo cuja duração não se pode prever.
Educação infantil no País recebe nota 3,4, indica estudo
Agência Estado
Pesquisa mediu a qualidade de creche e pré-escola em seis capitais de todas as regiões do Brasil
SÃO PAULO - A educação infantil brasileira merece nota 3,4, numa escala de zero a dez. A conclusão é da pesquisa "Educação Infantil no Brasil: avaliação qualitativa e quantitativa", realizada pela Fundação Carlos Chagas em parceria com o Ministério da Educação e o Banco Interamericano de Desenvolvimento, cujos resultados serão apresentados nesta segunda-feira, 14, e nesta terça, 15.
Obtido com exclusividade pelo jornal O Estado de S. Paulo, o estudo mediu a qualidade da creche (de 0 a 3 anos) e da pré-escola (4 e 5 anos) em seis capitais de todas as regiões do País: Belém, Campo Grande, Florianópolis, Fortaleza, Rio de Janeiro e Teresina. A nota 3,4 demonstra que a qualidade do ensino infantil tem nível básico (de 3 a 5) - os outros estágios eram: inadequado (1 a 3), adequado (5 a 7), bom (7 a 8,5) e excelente (8,5 a 10).
Foram avaliados 43 aspectos divididos nas seguintes áreas: espaço e mobiliário (média 3,1); rotinas de cuidado pessoal (4,1); linguagem e raciocínio (3,7); atividades (2.3); interação (5,6); estrutura do programa (2,5) e pais e equipe das escolas (3,6). É a primeira vez que se tem acesso a tópicos aprofundados das condições do ensino infantil no País.
O aspecto que recebeu a nota mais baixa (1,6) está dentro da área de atividades e avalia a disponibilidade de materiais para aulas de ciências, como coleções de objetos naturais e livros e jogos temáticos. Já o que recebeu a nota mais alta, 6,7, pertence ao quesito interação e analisa se as relações entre adultos e crianças são empáticas.
Para Marcelo Alfaro, especialista em educação do BID no Brasil, os resultados baixos não surpreendem. Segundo ele, a área mais problemática é a chamada "fundamentalização" do ensino infantil (abordagem semelhante à do ensino fundamental). "Isso é observável, por exemplo, na disposição das carteiras nas salas de crianças 4 e 5 anos", afirma. "É essencial construir uma identidade própria para a nossa educação infantil." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Do Blog: Como nunca antes na história deste país, agora não diz o Lula.
Pesquisa mediu a qualidade de creche e pré-escola em seis capitais de todas as regiões do Brasil
SÃO PAULO - A educação infantil brasileira merece nota 3,4, numa escala de zero a dez. A conclusão é da pesquisa "Educação Infantil no Brasil: avaliação qualitativa e quantitativa", realizada pela Fundação Carlos Chagas em parceria com o Ministério da Educação e o Banco Interamericano de Desenvolvimento, cujos resultados serão apresentados nesta segunda-feira, 14, e nesta terça, 15.
Obtido com exclusividade pelo jornal O Estado de S. Paulo, o estudo mediu a qualidade da creche (de 0 a 3 anos) e da pré-escola (4 e 5 anos) em seis capitais de todas as regiões do País: Belém, Campo Grande, Florianópolis, Fortaleza, Rio de Janeiro e Teresina. A nota 3,4 demonstra que a qualidade do ensino infantil tem nível básico (de 3 a 5) - os outros estágios eram: inadequado (1 a 3), adequado (5 a 7), bom (7 a 8,5) e excelente (8,5 a 10).
Foram avaliados 43 aspectos divididos nas seguintes áreas: espaço e mobiliário (média 3,1); rotinas de cuidado pessoal (4,1); linguagem e raciocínio (3,7); atividades (2.3); interação (5,6); estrutura do programa (2,5) e pais e equipe das escolas (3,6). É a primeira vez que se tem acesso a tópicos aprofundados das condições do ensino infantil no País.
O aspecto que recebeu a nota mais baixa (1,6) está dentro da área de atividades e avalia a disponibilidade de materiais para aulas de ciências, como coleções de objetos naturais e livros e jogos temáticos. Já o que recebeu a nota mais alta, 6,7, pertence ao quesito interação e analisa se as relações entre adultos e crianças são empáticas.
Para Marcelo Alfaro, especialista em educação do BID no Brasil, os resultados baixos não surpreendem. Segundo ele, a área mais problemática é a chamada "fundamentalização" do ensino infantil (abordagem semelhante à do ensino fundamental). "Isso é observável, por exemplo, na disposição das carteiras nas salas de crianças 4 e 5 anos", afirma. "É essencial construir uma identidade própria para a nossa educação infantil." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Do Blog: Como nunca antes na história deste país, agora não diz o Lula.
SP será 1ª cidade a adotar limites de poluição da OMS
Agência Estado
Determinação virá por decreto do governador Alberto Goldman até dezembro e valerá em todo o Estado
SÃO PAULO - São Paulo será a primeira cidade do mundo a adotar os limites para poluição do ar recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A nova determinação virá por meio de decreto assinado pelo governador Alberto Goldman (PSDB) até dezembro e valerá em todo o Estado, começando pela capital. O padrão será mais rígido e exigente que o atual, em vigor desde 1990.
O compromisso deve implicar, além de novos requisitos para empresas obterem licenças ambientais, na aplicação de medidas mais extremas - como ampliação do rodízio de veículos sempre que o nível de poluição atingir índices críticos. "As medidas estão sendo adotadas paulatinamente, como indica a queda dos níveis de poluição nos últimos anos.
Mas, a partir dos novos padrões, o controle deve ser mais restritivo", explica Claudio Alonso, da Diretoria de Tecnologia, Qualidade e Avaliação Ambiental da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Em São Paulo, 4 mil pessoas morrem por ano de doenças provocadas ou agravadas pela poluição. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Determinação virá por decreto do governador Alberto Goldman até dezembro e valerá em todo o Estado
SÃO PAULO - São Paulo será a primeira cidade do mundo a adotar os limites para poluição do ar recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A nova determinação virá por meio de decreto assinado pelo governador Alberto Goldman (PSDB) até dezembro e valerá em todo o Estado, começando pela capital. O padrão será mais rígido e exigente que o atual, em vigor desde 1990.
O compromisso deve implicar, além de novos requisitos para empresas obterem licenças ambientais, na aplicação de medidas mais extremas - como ampliação do rodízio de veículos sempre que o nível de poluição atingir índices críticos. "As medidas estão sendo adotadas paulatinamente, como indica a queda dos níveis de poluição nos últimos anos.
Mas, a partir dos novos padrões, o controle deve ser mais restritivo", explica Claudio Alonso, da Diretoria de Tecnologia, Qualidade e Avaliação Ambiental da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Em São Paulo, 4 mil pessoas morrem por ano de doenças provocadas ou agravadas pela poluição. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Norma da Anac que amplia direitos dos passageiros já está valendo
Folha Online
Assistência das empresas no caso de cancelamentos de voos ou impedimento de embarque deverá ser imediata
SÃO PAULO - Na manhã desta segunda-feira, 14, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou que as novas normas - que ampliam os direitos dos passageiros das empresas aéreas em casos de voos atrasados, cancelados ou impedimento de embarque por necessidade de troca de aeronave ou overbooking - já valem desde domingo, 13.
Pela norma antiga, a empresa aérea podia esperar até 4 horas para recolocar o passageiro em outro voo, providenciar o reembolso do valor pago pela passagem e facilitar a comunicação e a alimentação.
Pelas novas regras, o reembolso poderá ser solicitado pelo passageiro na hora nos casos de preterição (quando o passageiro é impedido de embarcar, qualquer que seja o motivo), cancelamento do voo e quando houver estimativa de atraso superior a 4 horas. As empresas também serão obrigadas a entregar folhetos aos passageiros, que deverão explicar quais são os novos direitos de maneira clara.
Segundo a Anac, as normas preveem também que a companhia ofereça outro tipo de transporte para completar o trajeto que tenha sido cancelado ou interrompido, desde que haja a concordância do passageiro. Caso contrário, ele poderá optar por esperar o próximo voo disponível ou ainda desistir da viagem, com direito ao reembolso integral da passagem.
As multas para o caso do não cumprimento das normas podem variar de R$ 4 mil a R$ 10 mil por ocorrência, segundo a Anac.
Assistência das empresas no caso de cancelamentos de voos ou impedimento de embarque deverá ser imediata
SÃO PAULO - Na manhã desta segunda-feira, 14, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou que as novas normas - que ampliam os direitos dos passageiros das empresas aéreas em casos de voos atrasados, cancelados ou impedimento de embarque por necessidade de troca de aeronave ou overbooking - já valem desde domingo, 13.
Pela norma antiga, a empresa aérea podia esperar até 4 horas para recolocar o passageiro em outro voo, providenciar o reembolso do valor pago pela passagem e facilitar a comunicação e a alimentação.
Pelas novas regras, o reembolso poderá ser solicitado pelo passageiro na hora nos casos de preterição (quando o passageiro é impedido de embarcar, qualquer que seja o motivo), cancelamento do voo e quando houver estimativa de atraso superior a 4 horas. As empresas também serão obrigadas a entregar folhetos aos passageiros, que deverão explicar quais são os novos direitos de maneira clara.
Segundo a Anac, as normas preveem também que a companhia ofereça outro tipo de transporte para completar o trajeto que tenha sido cancelado ou interrompido, desde que haja a concordância do passageiro. Caso contrário, ele poderá optar por esperar o próximo voo disponível ou ainda desistir da viagem, com direito ao reembolso integral da passagem.
As multas para o caso do não cumprimento das normas podem variar de R$ 4 mil a R$ 10 mil por ocorrência, segundo a Anac.
Em convenção, PT vaia Princesa Isabel e aplaude Sarney
Do Blog: nem continuarei a matéria sobre a convenção do PT. O título já indica o absurdo patético da ação.
Ex-petista escreve livro contra partido e era Lula; leia trecho de "O Chefe"
da Livraria da FolhaLivro revela detalhes do mensalão, escândalo que abalou o governo
O ex-petista Ivo Patarra, 47, compilou, organizou e editou todo o material produzido sobre o PT durante os 13 meses do escândalo do mensalão, o maior esquema de corrupção governamental de que se tem notícia no Brasil.
Com o resultado desse trabalho de pesquisa, escreveu "O Chefe", livro que traz os inquéritos, relatórios, sindicâncias, investigações e reportagens da época. O título é uma produção independente.
Os documentos contidos no volume sintetizam as investigações realizadas pelo Ministério Público, pela Polícia Federal, pelas Comissões Parlamentares de Inquérito e outras fontes, como as apurações da imprensa brasileira.
Nascido em São Paulo, Patarra é jornalista e foi assessor de comunicação social da ex-prefeita, e também ex-petista, Luiza Erundina, durante a gestão 1989-1992. Trabalhou nos jornais Folha de S.Paulo, "Folha da Tarde", "Diário Popular" e "Jornal da Tarde". Leia um trecho.
Capítulo 1
'O governo Lula é o mais corrupto de nossa história'
Qual a justificativa para o presidente da República nomear como ministro e integrante de seu primeiro escalão de auxiliares o homem que publicara, num dos jornais mais importantes do País, que ele, o presidente, era o chefe do governo "mais corrupto de nossa história"?
Pois Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula, nomeou o filósofo Roberto Mangabeira Unger no primeiro semestre de seu segundo mandato, em 2007, ministro da Secretaria de Planejamento de Longo Prazo, especialmente constituída para abrigá-lo. E não adiantou nem o PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) inviabilizá-la tempos depois, durante uma rebelião para obter mais cargos no governo e proteção para o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o então presidente do Senado, acusado de corrupção. Apesar de o PMDB derrotar a Medida Provisória que criara o posto para Roberto Mangabeira Unger, Lula deu um jeito na situação, nomeando-o novamente, desta vez como ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos. A posição do detrator estava garantida.
"Pôr fim ao governo Lula" é o título do artigo de Roberto Mangabeira Unger publicado na Folha de S.Paulo em 15 de novembro de 2005, no sugestivo dia da Proclamação da República. O ano de 2005 havia sido marcado pela eclosão do escândalo do mensalão. Este é o parágrafo de abertura do artigo:
"Afirmo que o governo Lula é o mais corrupto de nossa história nacional. Corrupção tanto mais nefasta por servir à compra de congressistas, à politização da Polícia Federal e das agências reguladoras, ao achincalhamento dos partidos políticos e à tentativa de dobrar qualquer instituição do Estado capaz de se contrapor a seus desmandos."
O que poderia ter levado o presidente da República a nomear como ministro o autor dessas acusações? E Roberto Mangabeira Unger não estava brincado, a julgar pela defesa que fez do impeachment de Lula. Ao denunciar "a gravidade dos crimes de responsabilidade" supostamente cometidos pelo presidente, o então futuro ministro afirmou em seu artigo que Lula "comandou, com um olho fechado e outro aberto, um aparato político que trocou dinheiro por poder e poder por dinheiro e que depois tentou comprar, com a liberação de recursos orçamentários, apoio para interromper a investigação de seus abusos".
Alguém poderia argumentar que a nomeação de Roberto Mangabeira Unger seria um mal necessário. Coisa da política. E tentar explicá-la pela importância do filósofo, um professor da prestigiada Universidade de Harvard, das mais importantes dos Estados Unidos, por quase 40 anos. O Brasil, portanto, não poderia prescindir da experiência e do prestígio de Roberto Mangabeira Unger, que teria muito a contribuir com o País.
Será mesmo? A cerimônia de posse do filósofo não demonstrou isso. Poucos ministros, cadeiras vazias, menos de uma hora de solenidade. E mesmo antes da criticada viagem de Roberto Mangabeira Unger à Amazônia, em 2008, na qual defendeu o desvio de águas da região para abastecer o Nordeste, sem considerar que centenas de milhares de amazonenses ainda não dispunham de água encanada, o ministro já era considerado, em âmbito do governo, "café-com-leite". Ou seja, não lhe era atribuída importância, nem de seu trabalho haveria algo para se aproveitar.
Outro trecho do artigo de Roberto Mangabeira Unger: "Afirmo ser obrigação do Congresso Nacional declarar prontamente o impedimento do presidente. As provas acumuladas de seu envolvimento em crimes de responsabilidade podem ainda não bastar para assegurar sua condenação em juízo. Já são, porém, mais do que suficientes para atender ao critério constitucional do impedimento. Desde o primeiro dia de seu mandato o presidente desrespeitou as instituições republicanas. Imiscuiu-se e deixou que seus mais próximos se imiscuíssem, em disputas e negócios privados".
Talvez, então, a razão para a nomeação de Roberto Mangabeira Unger tenha sido de ordem político-partidária. Ou seja, o filósofo traria para o governo a base social representada por seu partido, ampliando o número de legendas que davam sustentação à administração Lula no Congresso. Como vimos, no entanto, Roberto Mangabeira Unger passou a maior parte da vida nos Estados Unidos, o que o forte sotaque não deixava desmentir. Não possuía qualquer base social, nem traria consigo qualquer força orgânica da sociedade.
Quanto a seu partido, o minúsculo PRB (Partido Republicano Brasileiro) tinha menos de 8 mil filiados quando Roberto Mangabeira Unger se tornou ministro e era um dos menores partidos políticos do País. Não agregava praticamente nada à base aliada de Lula. Por apoio político-partidário não faria sentido nomear Roberto Mangabeira Unger. Afinal, o PRB, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, possuía apenas três deputados federais, um senador e o vice-presidente da República, José Alencar (MG), que saíra do PL (Partido Liberal) em decorrência do escândalo do mensalão e foi o grande incentivador da nomeação do filósofo.
Em outro trecho do famoso artigo, Roberto Mangabeira Unger afirmou que "Lula fraudou a vontade dos brasileiros", ameaçava a democracia "com o veneno do cinismo" e tinha um projeto de governo que "impôs mediocridade". E mais: "Afirmo que o presidente, avesso ao trabalho e ao estudo, desatento aos negócios do Estado, fugidio de tudo o que lhe traga dificuldade ou dissabor e orgulhoso de sua própria ignorância, mostrou-se inapto para o cargo sagrado que o povo brasileiro lhe confiou".
Para fazer a vontade de seu vice José Alencar, um homem leal e doente, Lula só precisaria ter dito que gostaria muito de nomear alguém indicado por ele, mas não poderia ser o homem que o acusara de chefiar o governo mais corrupto da história. Poderia ser qualquer um, menos aquele que conclamara o Congresso a derrubá-lo da Presidência da República, por corrupção. Por que Lula nomeou Roberto Mangabeira Unger, autor de acusação tão séria? Nas páginas deste livro, o leitor será convidado a encontrar a resposta.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Depois de MG, petistas do MA chamam presidente do PT de "fascista" e "Hitler"
Folha Online
Minutos após o Diretório Nacional do PT decidir forçar sua seção maranhense a apoiar Roseana Sarney (PMDB), integrantes da legenda no Estado começaram um protesto no saguão de entrada da sede nacional do PT.
Aos gritos, eles acusaram o partido de se subjugar à família Sarney e voltaram a fazer acusações de que houve compra de votos no PT maranhense.
Ao avistarem o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, começaram a insultá-lo, aos gritos, chamando-o de "fascista" e "Hitler". Dias antes, Dutra já havia sido chamado de "Hitler" por petistas de Minas Gerais insatisfeitos com o acordo pelo qual o PT declarou apoio à candidatura de Hélio Costa (PMDB).
Dutra não respondeu diretamente aos manifestantes, que prometeram seguir para o gabinete de deputado federal Domingos Dutra (PT-MA), que teria passado a noite no plenário da Câmara em vigília contra o apoio a Roseana.
Em entrevista em uma sala reservada, o presidente do PT afirmou que a manifestação foi exagerada. "Respeito as divergências, mas esse tipo de manifestação não contribui em nada."
Do Blog: este insulto não foi feito por opositores do PT e sim por militantes apaixonados de Minas e do Maranhão. Ou seja, o PT trai até mesmo o próprio PT.
Minutos após o Diretório Nacional do PT decidir forçar sua seção maranhense a apoiar Roseana Sarney (PMDB), integrantes da legenda no Estado começaram um protesto no saguão de entrada da sede nacional do PT.
Aos gritos, eles acusaram o partido de se subjugar à família Sarney e voltaram a fazer acusações de que houve compra de votos no PT maranhense.
Ao avistarem o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, começaram a insultá-lo, aos gritos, chamando-o de "fascista" e "Hitler". Dias antes, Dutra já havia sido chamado de "Hitler" por petistas de Minas Gerais insatisfeitos com o acordo pelo qual o PT declarou apoio à candidatura de Hélio Costa (PMDB).
Dutra não respondeu diretamente aos manifestantes, que prometeram seguir para o gabinete de deputado federal Domingos Dutra (PT-MA), que teria passado a noite no plenário da Câmara em vigília contra o apoio a Roseana.
Em entrevista em uma sala reservada, o presidente do PT afirmou que a manifestação foi exagerada. "Respeito as divergências, mas esse tipo de manifestação não contribui em nada."
Do Blog: este insulto não foi feito por opositores do PT e sim por militantes apaixonados de Minas e do Maranhão. Ou seja, o PT trai até mesmo o próprio PT.
“Cala boca Galvão” no Trending Topic do mundo
Revista Veja
Os mais de 9 milhões de brasileiros cadastrados no Twitter já demonstraram, nesta quinta-feira, insatisfações contra Galvão Bueno. Durante a abertura da Copa do Mundo, na África do Sul, o narrador da Rede Globo foi alvo de críticas na rede de mensagens de até 140 caracteres.
A expressão “Cala boca Galvão” alcançou o primeiro posto dos tópicos mais produzidos no site em todo o mundo – mostrando certo descontentamento dos usuários da rede ao desempenho do jornalista na cerimônia da abertura do Mundial.
Os mais de 9 milhões de brasileiros cadastrados no Twitter já demonstraram, nesta quinta-feira, insatisfações contra Galvão Bueno. Durante a abertura da Copa do Mundo, na África do Sul, o narrador da Rede Globo foi alvo de críticas na rede de mensagens de até 140 caracteres.
A expressão “Cala boca Galvão” alcançou o primeiro posto dos tópicos mais produzidos no site em todo o mundo – mostrando certo descontentamento dos usuários da rede ao desempenho do jornalista na cerimônia da abertura do Mundial.
Aprovado o primeiro teste clínico para tratar tumores cerebrais com células-tronco
Revista Veja -Por Mayana Zatz
O ensaio terapêutico, que acaba de ser aprovado pelo FDA (Agência americana Food and Drug Administration), será conduzido por pesquisadores americanos liderados pelas Dras. Karen S. Aboody e Jana Portnow, do City of Hope, na Califórnia. Trata-se de um centro especializado em tratamento de câncer, diabetes e outras doenças graves. O interessante é que o objetivo não é usar as células-tronco para substituir as células doentes. Elas serão usadas como veículo para transportar uma potente droga anticancerígena com o objetivo de tentar destruir um tipo de tumor cerebral muito agressivo, o glioblastoma. Se a experiência for bem-sucedida, será mais uma vitória obtida a partir das pesquisas com células-tronco embrionárias.
Os tumores cerebrais malignos atingem mais de 20.000 americanos anualmente
Há vários tipos de tumores cerebrais malignos. O mais comum em adultos é um tipo de tumor denominado glioblastoma, que é extremamente agressivo. São tumores muito invasivos, resistentes aos métodos convencionais de tratamento, como cirurgia, radiação ou quimioterapia. Um dos grandes obstáculos é a chamada barreira hematoencefálica, que não permite que drogas anticancerígenas potentes cheguem até a região encefálica onde está localizado o tumor, sem fazer um grande “estrago” em volta. E é aí que entram as células-tronco neurais. Elas vão ser usadas para levar drogas diretamente na região do tumor. Se bem-sucedida, essa estratégia poderá ser usada para tratar vários tipos de tumores sólidos.
Células-tronco neurais dirigem-se naturalmente para os tumores
A Dra. Karen e colegas foram os primeiros a demonstrar no ano 2000 que essas células-tronco neurais têm uma tendência de dirigir-se a células tumorais atravessando a barreira hematoencefálica. Resolveram então usar essa característica, também chamada de tropismo, para transportar agentes terapêuticos. Introduziram, em uma linhagem de células-tronco neurais, uma enzima (citosina deaminase) que tem a propriedade de converter uma droga relativamente não tóxica em um poderoso agente quimioterápico contra células cancerosas.
Essa estratégia permitirá minimizar os efeitos colaterais e permitir um tiro certeiro
A grande vantagem é que a droga não tóxica pode ser administrada pela circulação e só será transformada no composto tóxico na região do tumor onde estarão as células-tronco neurais , afetando o mínimo possível as células saudáveis vizinhas. Se bem-sucedida, essa estratégia poderá minimizar os terríveis efeitos colaterais dos tratamentos quimioterápicos atuais, que atingem o trato gastrointestinal, a pele e provoca, entre outros, a queda dos cabelos. Em vez de tiro de canhão, será possível atirar e atingir somente o alvo, no caso, o tumor.
A esperança será grande
A pesquisa, que será iniciada em breve, incluirá de 12 a 20 pacientes nessa primeira fase. City of Hope significa Cidade da Esperança, em português, um nome emblemático. A torcida será enorme. Se a experiência for bem-sucedida, será mais uma demonstração da importância de se ter aprovado as pesquisas com células-tronco embrionárias.
Células-tronco e câncer
Para quem tiver interesse, nesse domingo, dia 13 de junho, no Clube Hebraica, o prof. Dov Zipori, do Weizmann Institute, de Israel, ministrará a palestra “Células Tronco: a revolução em curso na biologia e na medicina”. A palestra é em inglês. A entrada é grátis. Inscrições no site: weizmann.br@gmail.com
O ensaio terapêutico, que acaba de ser aprovado pelo FDA (Agência americana Food and Drug Administration), será conduzido por pesquisadores americanos liderados pelas Dras. Karen S. Aboody e Jana Portnow, do City of Hope, na Califórnia. Trata-se de um centro especializado em tratamento de câncer, diabetes e outras doenças graves. O interessante é que o objetivo não é usar as células-tronco para substituir as células doentes. Elas serão usadas como veículo para transportar uma potente droga anticancerígena com o objetivo de tentar destruir um tipo de tumor cerebral muito agressivo, o glioblastoma. Se a experiência for bem-sucedida, será mais uma vitória obtida a partir das pesquisas com células-tronco embrionárias.
Os tumores cerebrais malignos atingem mais de 20.000 americanos anualmente
Há vários tipos de tumores cerebrais malignos. O mais comum em adultos é um tipo de tumor denominado glioblastoma, que é extremamente agressivo. São tumores muito invasivos, resistentes aos métodos convencionais de tratamento, como cirurgia, radiação ou quimioterapia. Um dos grandes obstáculos é a chamada barreira hematoencefálica, que não permite que drogas anticancerígenas potentes cheguem até a região encefálica onde está localizado o tumor, sem fazer um grande “estrago” em volta. E é aí que entram as células-tronco neurais. Elas vão ser usadas para levar drogas diretamente na região do tumor. Se bem-sucedida, essa estratégia poderá ser usada para tratar vários tipos de tumores sólidos.
Células-tronco neurais dirigem-se naturalmente para os tumores
A Dra. Karen e colegas foram os primeiros a demonstrar no ano 2000 que essas células-tronco neurais têm uma tendência de dirigir-se a células tumorais atravessando a barreira hematoencefálica. Resolveram então usar essa característica, também chamada de tropismo, para transportar agentes terapêuticos. Introduziram, em uma linhagem de células-tronco neurais, uma enzima (citosina deaminase) que tem a propriedade de converter uma droga relativamente não tóxica em um poderoso agente quimioterápico contra células cancerosas.
Essa estratégia permitirá minimizar os efeitos colaterais e permitir um tiro certeiro
A grande vantagem é que a droga não tóxica pode ser administrada pela circulação e só será transformada no composto tóxico na região do tumor onde estarão as células-tronco neurais , afetando o mínimo possível as células saudáveis vizinhas. Se bem-sucedida, essa estratégia poderá minimizar os terríveis efeitos colaterais dos tratamentos quimioterápicos atuais, que atingem o trato gastrointestinal, a pele e provoca, entre outros, a queda dos cabelos. Em vez de tiro de canhão, será possível atirar e atingir somente o alvo, no caso, o tumor.
A esperança será grande
A pesquisa, que será iniciada em breve, incluirá de 12 a 20 pacientes nessa primeira fase. City of Hope significa Cidade da Esperança, em português, um nome emblemático. A torcida será enorme. Se a experiência for bem-sucedida, será mais uma demonstração da importância de se ter aprovado as pesquisas com células-tronco embrionárias.
Células-tronco e câncer
Para quem tiver interesse, nesse domingo, dia 13 de junho, no Clube Hebraica, o prof. Dov Zipori, do Weizmann Institute, de Israel, ministrará a palestra “Células Tronco: a revolução em curso na biologia e na medicina”. A palestra é em inglês. A entrada é grátis. Inscrições no site: weizmann.br@gmail.com
Lula e Dilma fecham com Sarney; petistas do MA vão resistir
O presidente Lula e a pré-candidata Dilma Rousseff já acertaram o apoio do PT à governadora Roseana Sarney (PMDB), no Maranhão. Os militantes do Estado pretendem resistir à decisão verticalizada e abrir uma dissidência. Cogita-se uma greve de fome coletiva. Nesta sexta-feira (11), em Brasília, o petista Silvio Bembem representa os defensores da aliança com Flavio Dino (PCdoB) na reunião do diretório nacional do PT, que discute nesta manhã o impasse no Estado.
Do Blog: a matéria continuava com o mesmo blá, blá, blá de coalizões e alianças. Pode-se gostar de Lula, exaltar sua popularidade, mas há uma verdade: ele se vende a esses históricos corruptos em nome do poder, e sendo ele o presidente, vende também o governo do Brasil.
Do Blog: a matéria continuava com o mesmo blá, blá, blá de coalizões e alianças. Pode-se gostar de Lula, exaltar sua popularidade, mas há uma verdade: ele se vende a esses históricos corruptos em nome do poder, e sendo ele o presidente, vende também o governo do Brasil.
Fungo vai substituir 5,4 mil toneladas de adubo químico
Da equipe do DiárioNet
Uma tese de mestrado saiu do papel e pode levar uma das maiores empresas do mundo a evitar o uso de 5,4 mil toneladas anuais de adubos químicos na produção de 30 milhões de mudas de árvores da mata atlântica e da Amazônia. A proposta é substituir produtos químicos por um fungo, que fortalece as mudas e acelera o seu crescimento.
O trabalho foi desenvolvido pelo biólogo Thiago Morais, 27 anos, analista ambiental da Vale, formado pela Universidade Federal de Pernambuco, que defendeu tese sobre biologia de fungos. O método foi adotado primeiramente com vegetação de mata atlântica e agora está sendo aplicado na Amazônia.
Cada muda de árvore cultivada pela Vale para reflorestamento das áreas em que atua e por todo o País exige 180 gramas de adubo químico. Como a empresa vai produzir a partir de setembro 30 milhões de mudas anuais nos diversos viveiros que tem em todo o País, a prática exigiria 5,4 mil toneladas de material químico. Com o fungo, esse necessidade deve cair a zero, ou, na pior das hipóteses, à metade.
O processo consiste na associação entre certos fungos do solo e raízes de plantas nativas da região amazônica. Plantas associadas a esses fungos podem diminuir o tempo no processo de reabilitação do solo degradado. Estima-se um aumento na produção de mudas de espécies nativas, que serão utilizadas na revegetação de áreas do projeto Onça Puma, no município paraense de Ourilândia do Norte. Devem ser recuperados inicialmente 720 hectares.
Crescimento rápido - De acordo com os especialistas da empresa, a técnica contribui para o crescimento e sobrevivência das plantas, por meio do incremento significativo da absorção de água e nutrientes. "A reabilitação de áreas degradadas é difícil e lenta (20 a 30 anos), portanto, queremos reduzir esse tempo a partir do desenvolvimento dessa tecnologia. Nosso objetivo é realizar a recuperação das áreas em menos tempo e com mudas mais resistentes", informa o gerente de meio ambiente da Vale, André Luiz.
Na Amazônia, os profissionais trabalham com 25 espécies nativas, mas para o experimento com fungos estão utilizando quatro: paricá, cajá, bordão de velho e pata de vaca. Elas foram escolhidas pelo crescimento mais rápido - em média, se desenvolvem num período de três meses até serem levadas para o campo, com 50 centímetros de altura.
"A introdução de mudas pré-inoculadas com esse agente biotecnológico (o fungo) contribui na produção de mudas mais vigorosas e em menos tempo do que o método atual, aumentando o sucesso do plantio", explica Thiago Morais.
Até o primeiro trimestre de 2011, a equipe de meio ambiente da Vale fará o controle e acompanhamento das mudas, avaliando, sistematicamente, o desenvolvimento das espécies quanto à altura, o número de folhas e o diâmetro do caule. Após essa etapa, os técnicos vão comparar o experimento com fungos com os que já estão em andamento há um ano, para avaliar o que houve de incremento em relação às técnicas tradicionais.
O Projeto Onça Puma ainda não entrou em operação, mas a recuperação de áreas degradadas já vem sendo feito nas proximidades do empreendimento - em antigas áreas de pasto. É o caso do Morro do Granito onde a Vale está realizando o plantio de mudas em 28 hectares da área; e no entorno das barragens de captação de água (21 ha) e da usina (58 ha).
Viveiros – A Vale tem viveiros de plantas em diversos pontos. No Pará, a Vale Florestar coloca em operação em setembro instalações com capacidade anual inicial de 14 milhões de mudas. Mas o plantio já vem sendo feito. Em 2009 foram plantadas 6,7 milhões de mudas e em 2010, mais 11,1 milhões.
No sudeste do Estado, em Ourilândia do Norte e Canaã dos Carajás, são cultivadas 1,1 milhão de mudas por ano, e Parauapebas produzirá cerca de 100 mil mudas.
Na Reserva Natural Vale, em Linhares, Espírito Santos, são 3 milhões de mudas por ano. No Maranhão, o canteiro prevê 40 mil mudas. Em Minas Gerais, o Centro de Biodiversidade (CBio) produz 600 mil mudas por ano.
No total, são 16 milhões de mudas por ano, que serão reforçados por mais 14 milhões a partir de setembro, totalizando 30 milhões.
Uma tese de mestrado saiu do papel e pode levar uma das maiores empresas do mundo a evitar o uso de 5,4 mil toneladas anuais de adubos químicos na produção de 30 milhões de mudas de árvores da mata atlântica e da Amazônia. A proposta é substituir produtos químicos por um fungo, que fortalece as mudas e acelera o seu crescimento.
O trabalho foi desenvolvido pelo biólogo Thiago Morais, 27 anos, analista ambiental da Vale, formado pela Universidade Federal de Pernambuco, que defendeu tese sobre biologia de fungos. O método foi adotado primeiramente com vegetação de mata atlântica e agora está sendo aplicado na Amazônia.
Cada muda de árvore cultivada pela Vale para reflorestamento das áreas em que atua e por todo o País exige 180 gramas de adubo químico. Como a empresa vai produzir a partir de setembro 30 milhões de mudas anuais nos diversos viveiros que tem em todo o País, a prática exigiria 5,4 mil toneladas de material químico. Com o fungo, esse necessidade deve cair a zero, ou, na pior das hipóteses, à metade.
O processo consiste na associação entre certos fungos do solo e raízes de plantas nativas da região amazônica. Plantas associadas a esses fungos podem diminuir o tempo no processo de reabilitação do solo degradado. Estima-se um aumento na produção de mudas de espécies nativas, que serão utilizadas na revegetação de áreas do projeto Onça Puma, no município paraense de Ourilândia do Norte. Devem ser recuperados inicialmente 720 hectares.
Crescimento rápido - De acordo com os especialistas da empresa, a técnica contribui para o crescimento e sobrevivência das plantas, por meio do incremento significativo da absorção de água e nutrientes. "A reabilitação de áreas degradadas é difícil e lenta (20 a 30 anos), portanto, queremos reduzir esse tempo a partir do desenvolvimento dessa tecnologia. Nosso objetivo é realizar a recuperação das áreas em menos tempo e com mudas mais resistentes", informa o gerente de meio ambiente da Vale, André Luiz.
Na Amazônia, os profissionais trabalham com 25 espécies nativas, mas para o experimento com fungos estão utilizando quatro: paricá, cajá, bordão de velho e pata de vaca. Elas foram escolhidas pelo crescimento mais rápido - em média, se desenvolvem num período de três meses até serem levadas para o campo, com 50 centímetros de altura.
"A introdução de mudas pré-inoculadas com esse agente biotecnológico (o fungo) contribui na produção de mudas mais vigorosas e em menos tempo do que o método atual, aumentando o sucesso do plantio", explica Thiago Morais.
Até o primeiro trimestre de 2011, a equipe de meio ambiente da Vale fará o controle e acompanhamento das mudas, avaliando, sistematicamente, o desenvolvimento das espécies quanto à altura, o número de folhas e o diâmetro do caule. Após essa etapa, os técnicos vão comparar o experimento com fungos com os que já estão em andamento há um ano, para avaliar o que houve de incremento em relação às técnicas tradicionais.
O Projeto Onça Puma ainda não entrou em operação, mas a recuperação de áreas degradadas já vem sendo feito nas proximidades do empreendimento - em antigas áreas de pasto. É o caso do Morro do Granito onde a Vale está realizando o plantio de mudas em 28 hectares da área; e no entorno das barragens de captação de água (21 ha) e da usina (58 ha).
Viveiros – A Vale tem viveiros de plantas em diversos pontos. No Pará, a Vale Florestar coloca em operação em setembro instalações com capacidade anual inicial de 14 milhões de mudas. Mas o plantio já vem sendo feito. Em 2009 foram plantadas 6,7 milhões de mudas e em 2010, mais 11,1 milhões.
No sudeste do Estado, em Ourilândia do Norte e Canaã dos Carajás, são cultivadas 1,1 milhão de mudas por ano, e Parauapebas produzirá cerca de 100 mil mudas.
Na Reserva Natural Vale, em Linhares, Espírito Santos, são 3 milhões de mudas por ano. No Maranhão, o canteiro prevê 40 mil mudas. Em Minas Gerais, o Centro de Biodiversidade (CBio) produz 600 mil mudas por ano.
No total, são 16 milhões de mudas por ano, que serão reforçados por mais 14 milhões a partir de setembro, totalizando 30 milhões.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Lista de vinhos
Por Luiz Horta
A Ikuyo, leitora de muito tempo do Glupt! pede umas sugestões para o Encontro Mistral, que termina hoje, 4a feira. Eu adoro listas, fazê-las e lê-las e me animei a dizer alguns vinhos imperdíveis até agora, nos meus 2 dias nadando naquela piscina sem bordas. Um adendo, o Encontro deste ano está o melhor, bem organizado, não muito cheio, espaço, serviço de taças sem reparos. Faltam só umas cadeiras, eu posso andar e andar, mas me coloca 15 minutos de pé parado e pifo. Vira e mexe corro para o stand dos Pisano e roubo a cadeira de Fabiana Bracco (que me trouxe um doce de leite uruguaio que etc e panz!)
O que mais gostei e recomendo, sem ordem de favoritismo:
Madeira 10 anos Malvasia Blandy’s.
Passopisciaro Guardiola, o espetacular Chardonnay sem madeira do Etna, plantado em solo vulcânico pelo doidão Andrea Franchetti.
Château Le Goleyant de Haute-Serre (um vinho de preço excepcional, cerca de 50 reais, um Malbec de Cahors).
Masi Grandarella Apassimento.
Castello di Ama Chianti Classico.
Terre Brune Santadi.
Vin Santo Isole e Olena.
Calda Bordaleza Campolargo (que tem o rótulo mais genial, feio e antigo em tipografia, um achado e o vinho é incrível).
Quinta do Vesúvio (o tranquilo, não o Porto, que também é fantástico).
O branco novidade do Pesquera, feito com Airen, mas os tintos todos deles também.
Paisajes y Vinedos 7 e 8, o 7 uma Garnacha atípica da Rioja, o 8 um Tempranillo moderno e finíssimo feito por Miguel Angel Gregorio, do Allende e Calvario.
O Anima Negra do doidão master Miquelangel Cerdá. Meia hora de prosa com ele é uma iluminação.
Tokaj Furmint Late Harvest (curiosa versão mais light dos Tokajs, mais uma invenção do Vega Sicilia).
Fabula, o Late Harvest de Torrontés da Pisano.
A Ikuyo, leitora de muito tempo do Glupt! pede umas sugestões para o Encontro Mistral, que termina hoje, 4a feira. Eu adoro listas, fazê-las e lê-las e me animei a dizer alguns vinhos imperdíveis até agora, nos meus 2 dias nadando naquela piscina sem bordas. Um adendo, o Encontro deste ano está o melhor, bem organizado, não muito cheio, espaço, serviço de taças sem reparos. Faltam só umas cadeiras, eu posso andar e andar, mas me coloca 15 minutos de pé parado e pifo. Vira e mexe corro para o stand dos Pisano e roubo a cadeira de Fabiana Bracco (que me trouxe um doce de leite uruguaio que etc e panz!)
O que mais gostei e recomendo, sem ordem de favoritismo:
Madeira 10 anos Malvasia Blandy’s.
Passopisciaro Guardiola, o espetacular Chardonnay sem madeira do Etna, plantado em solo vulcânico pelo doidão Andrea Franchetti.
Château Le Goleyant de Haute-Serre (um vinho de preço excepcional, cerca de 50 reais, um Malbec de Cahors).
Masi Grandarella Apassimento.
Castello di Ama Chianti Classico.
Terre Brune Santadi.
Vin Santo Isole e Olena.
Calda Bordaleza Campolargo (que tem o rótulo mais genial, feio e antigo em tipografia, um achado e o vinho é incrível).
Quinta do Vesúvio (o tranquilo, não o Porto, que também é fantástico).
O branco novidade do Pesquera, feito com Airen, mas os tintos todos deles também.
Paisajes y Vinedos 7 e 8, o 7 uma Garnacha atípica da Rioja, o 8 um Tempranillo moderno e finíssimo feito por Miguel Angel Gregorio, do Allende e Calvario.
O Anima Negra do doidão master Miquelangel Cerdá. Meia hora de prosa com ele é uma iluminação.
Tokaj Furmint Late Harvest (curiosa versão mais light dos Tokajs, mais uma invenção do Vega Sicilia).
Fabula, o Late Harvest de Torrontés da Pisano.
Marina critica relatório sobre alterações no Código Florestal
Caroline Pires, do estadão.com.br
A senadora Marina Silva (PV-AC) fez duras críticas no início da noite desta quarta-feira, 9, sobre o relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) sobre as alterações no Código Florestal apresentado, na última terça, à comissão especial que debate o assunto na Câmara dos Deputados.
A um dia do lançamento oficial da candidatura à Presidência da República pelo PV, Marina também desafiou os outros pré-candidatos a se manifestarem sobre o projeto para não serem considerados "omissos e coniventes" com as alterações propostas ao código.
Pelo relatório de Aldo Rebelo, a área mínima de preservação ambiental às margens dos rios seria reduzida de 30 para 7,5 metros. O deputado também propõe que seja responsabilidade dos Estados as áreas desmatadas devem ser recuperadas, inclusive com espécies exóticas. Na Amazônia, onde a proteção é maior, leis estaduais poderão reduzir para até 20% o porcentual de preservação das propriedades com vegetação de Cerrado.
Ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva convocou a imprensa na tarde desta quarta-feira e desfiou duras críticas ao relatório. Segundo a senadora, as propostas de alteração do Código Florestal "constituem mais do que um retrocesso contra os 20 anos de legislação ambiental brasileira". "Nunca vi um argumento tão fora de propósito e descontextualizado do que se está sendo posto no mundo. (...) Nem o Micheletto conseguiu fazer um relatório tão nefasto", completou, se referindo ao deputado Moacir Micheletto, notório defensor dos interesses ruralista.
As críticas de Marina Silva foram dirigidas em especial à dispensa da exigência da Reserva Legal das propriedades com até quatro módulos. A Reserva Legal determina a proteção ambiental de 20% de cada propriedade. A senadora apontou que 70 milhões de hectares teriam a Reserva Legal dispensada caso a proposta seja aprovada.
"A atualização do código deve ser para proteger mais as florestas e não o contrário", disse. Outra crítica foi disparada à possibilidade de haver anistia aos desmatadores. Seriam, caso o projeto seja aprovado, os responsáveis pelo desmatamento de 40 milhões de hectares entre 1996 e 2008 ficariam sem punição.
Críticas ao governo
Marina Silva ponderou que, ao criticar o relatório, não pretendia "vilanizar" o deputado Aldo Rebelo. "Não posso dizer que o relatório feito por um deputado é de responsabilidade do executivo", disse. Mas, quando questionada se o deputado não estaria agindo a mando de setores do governo ligados ao ex-ministro da Agricultura Reinhold Stephanes (PMDB), Marina afirmou que "esses retrocessos têm sido estimulados dentro do governo há tempos". Segundo a senadora, desde que ela deixou o ministério do Meio Ambiente, no início do ano passado, estes retrocessos estão ocorrendo seguidamente.
A senadora também disse que a discussão deste projeto em período eleitoral é "no mínimo questionável", porque, segundo ela, alguns parlamentares se valem dos debates para "fazer discursos fáceis para bases retrógradas".
Do Blog: A Senadora saiu do PT por divergências quanto ao posicionamento do governo nas questões ambientais. Um sinal de que o loteamento de cargos a partidos políticos faz do meio ambiente moeda de troca de interesses.
A senadora Marina Silva (PV-AC) fez duras críticas no início da noite desta quarta-feira, 9, sobre o relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) sobre as alterações no Código Florestal apresentado, na última terça, à comissão especial que debate o assunto na Câmara dos Deputados.
A um dia do lançamento oficial da candidatura à Presidência da República pelo PV, Marina também desafiou os outros pré-candidatos a se manifestarem sobre o projeto para não serem considerados "omissos e coniventes" com as alterações propostas ao código.
Pelo relatório de Aldo Rebelo, a área mínima de preservação ambiental às margens dos rios seria reduzida de 30 para 7,5 metros. O deputado também propõe que seja responsabilidade dos Estados as áreas desmatadas devem ser recuperadas, inclusive com espécies exóticas. Na Amazônia, onde a proteção é maior, leis estaduais poderão reduzir para até 20% o porcentual de preservação das propriedades com vegetação de Cerrado.
Ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva convocou a imprensa na tarde desta quarta-feira e desfiou duras críticas ao relatório. Segundo a senadora, as propostas de alteração do Código Florestal "constituem mais do que um retrocesso contra os 20 anos de legislação ambiental brasileira". "Nunca vi um argumento tão fora de propósito e descontextualizado do que se está sendo posto no mundo. (...) Nem o Micheletto conseguiu fazer um relatório tão nefasto", completou, se referindo ao deputado Moacir Micheletto, notório defensor dos interesses ruralista.
As críticas de Marina Silva foram dirigidas em especial à dispensa da exigência da Reserva Legal das propriedades com até quatro módulos. A Reserva Legal determina a proteção ambiental de 20% de cada propriedade. A senadora apontou que 70 milhões de hectares teriam a Reserva Legal dispensada caso a proposta seja aprovada.
"A atualização do código deve ser para proteger mais as florestas e não o contrário", disse. Outra crítica foi disparada à possibilidade de haver anistia aos desmatadores. Seriam, caso o projeto seja aprovado, os responsáveis pelo desmatamento de 40 milhões de hectares entre 1996 e 2008 ficariam sem punição.
Críticas ao governo
Marina Silva ponderou que, ao criticar o relatório, não pretendia "vilanizar" o deputado Aldo Rebelo. "Não posso dizer que o relatório feito por um deputado é de responsabilidade do executivo", disse. Mas, quando questionada se o deputado não estaria agindo a mando de setores do governo ligados ao ex-ministro da Agricultura Reinhold Stephanes (PMDB), Marina afirmou que "esses retrocessos têm sido estimulados dentro do governo há tempos". Segundo a senadora, desde que ela deixou o ministério do Meio Ambiente, no início do ano passado, estes retrocessos estão ocorrendo seguidamente.
A senadora também disse que a discussão deste projeto em período eleitoral é "no mínimo questionável", porque, segundo ela, alguns parlamentares se valem dos debates para "fazer discursos fáceis para bases retrógradas".
Do Blog: A Senadora saiu do PT por divergências quanto ao posicionamento do governo nas questões ambientais. Um sinal de que o loteamento de cargos a partidos políticos faz do meio ambiente moeda de troca de interesses.
Apenas 11% dos brasileiros dizem confiar nos políticos, mostra pesquisa
Folha Online
Uma pesquisa da empresa GfK mostra que o índice de confiança dos brasileiros nos políticos continua baixa. Em 2010, 11% dos entrevistados disseram confiar na categoria, ante 16% em 2009. A média global caiu para 14% neste ano depois de estar em 18% no ano passado.
A pesquisa mediu o nível de confiança da população em profissões e organizações no Brasil, em alguns países da Europa, nos EUA, na Colômbia e na Índia. Foram ouvidas entre os dias 6 e 29 de março 18,8 mil pessoas, sendo mil no Brasil.
O maior índice de confiança nos políticos está na Índia, onde 29% dos entrevistados disseram confiar na classe. Em 2009 o patamar era de 7%.
O estudo revela que, pelo segundo ano consecutivo, os bombeiros são apontados como os profissionais mais confiáveis, com 98% das menções entre os brasileiros e 94% entre as populações do resto do mundo.
Os carteiros, com 92%, conquistaram o 2º lugar no Brasil, seguidos pelos professores dos ensinos fundamental e médio e dos médicos, que empataram em 3º lugar, com 87%.
Do Blog: Políticos desacreditados significa votos desacreditados e democracia ameaçada.
Uma pesquisa da empresa GfK mostra que o índice de confiança dos brasileiros nos políticos continua baixa. Em 2010, 11% dos entrevistados disseram confiar na categoria, ante 16% em 2009. A média global caiu para 14% neste ano depois de estar em 18% no ano passado.
A pesquisa mediu o nível de confiança da população em profissões e organizações no Brasil, em alguns países da Europa, nos EUA, na Colômbia e na Índia. Foram ouvidas entre os dias 6 e 29 de março 18,8 mil pessoas, sendo mil no Brasil.
O maior índice de confiança nos políticos está na Índia, onde 29% dos entrevistados disseram confiar na classe. Em 2009 o patamar era de 7%.
O estudo revela que, pelo segundo ano consecutivo, os bombeiros são apontados como os profissionais mais confiáveis, com 98% das menções entre os brasileiros e 94% entre as populações do resto do mundo.
Os carteiros, com 92%, conquistaram o 2º lugar no Brasil, seguidos pelos professores dos ensinos fundamental e médio e dos médicos, que empataram em 3º lugar, com 87%.
Do Blog: Políticos desacreditados significa votos desacreditados e democracia ameaçada.
Sanções da ONU ao Irã são "equívoco" e foram aprovadas por "birra", diz Lula
Do Blog: a votação do Conselho de Segurança da ONU aprovou por 12 votos a 2 e 1 abstinência novas sanções ao Irã. Lula vai contra a opnião de EUA, China, Russia, Japão, França e outros que votaram pelas sanções. Que moral tem nosso presidente para achar que eles, países antigos e sérios estão errados? O Brasil, país corrupto e desorganizado deveria deixar o mundo tentar resolver os problemas sem dar palpite infeliz.
E o presidente ainda diz:
"Eu fico triste. Espero que o companheiro [presidente iraniano, Mahmoud] Ahmadinejad continue tranquilo. Como diria o saudoso Leonel Brizola, isso [a sanção] foi uma vitória de Pirro", acrescentou o presidente.
"Vitória de Pirro" é uma expressão usada para mostrar que mesmo uma ação considerada como vitória (no caso, a sanção aos iranianos) pode trazer prejuízos.
Lula chama de companheiro alguém que impôe a seu povo uma ditadura, sem liberdade de expressão e que jurou matar milhões de israelenses ou seja um assassino confesso.
O presidente chegou a comparar os países integrantes do Conselho a um "pai duro", que "às vezes, é obrigado a dar palmada no filho, mesmo que ele não mereça, para dizer: 'Sou o pai'". Lula declarou também que o Conselho de Segurança da ONU "jogou fora" uma oportunidade histórica de negociar tranquilamente o programa nuclear iraniano.
O Irã mentiu ao mundo, tenta fabricar bombas nucleares e jura aniquilar um país inteiro (Israel) e Lula acha que é birra? Birra é nosso presidente achar que sabe tudo e paga de ingênuo.
E o presidente ainda diz:
"Eu fico triste. Espero que o companheiro [presidente iraniano, Mahmoud] Ahmadinejad continue tranquilo. Como diria o saudoso Leonel Brizola, isso [a sanção] foi uma vitória de Pirro", acrescentou o presidente.
"Vitória de Pirro" é uma expressão usada para mostrar que mesmo uma ação considerada como vitória (no caso, a sanção aos iranianos) pode trazer prejuízos.
Lula chama de companheiro alguém que impôe a seu povo uma ditadura, sem liberdade de expressão e que jurou matar milhões de israelenses ou seja um assassino confesso.
O presidente chegou a comparar os países integrantes do Conselho a um "pai duro", que "às vezes, é obrigado a dar palmada no filho, mesmo que ele não mereça, para dizer: 'Sou o pai'". Lula declarou também que o Conselho de Segurança da ONU "jogou fora" uma oportunidade histórica de negociar tranquilamente o programa nuclear iraniano.
O Irã mentiu ao mundo, tenta fabricar bombas nucleares e jura aniquilar um país inteiro (Israel) e Lula acha que é birra? Birra é nosso presidente achar que sabe tudo e paga de ingênuo.
Momento Manguaça Cultural
E-1\2 enviado por Cristian Jacob - O Lemmon
Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.
Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.
O que fazer agora?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
Resultado: o 'azedo' do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.
Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome 'PINGA'.
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE'
Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.
História contada no Museu do Homem do Nordeste.
Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.
Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.
O que fazer agora?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
Resultado: o 'azedo' do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.
Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome 'PINGA'.
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE'
Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.
História contada no Museu do Homem do Nordeste.
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